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Publicado em 02/07/2026 às 17:20
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PROCESSO SELETIVO DINTER II (2026): RESULTADO FINAL PROVISÓRIO PUBLICADO
Publicado em 19/06/2026 às 18:11 (Atualizado em 27/08/2026 às 16:25)O PPGSC/UFSC informa que a publicação do resultado final e o início das aulas da turma DINTER II estão condicionados à celebração do acordo de cooperação acadêmica entre a UFSC e a UNIFAP, atualmente em tramitação. Novas informações serão divulgadas nesta página.
Para consultar o desempenho nas etapas e acompanhar o edital, acesse:
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EDITAL Nº 09/PPGSC/2026 – SELEÇÃO DE BOLSISTAS 2026: RESULTADO PRELIMINAR PUBLICADO
Publicado em 25/05/2026 às 16:00 (Atualizado em 03/11/2026 às 18:23)A Comissão de Bolsas e Finanças do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC/UFSC) torna público o Resultado Preliminar do Edital Nº 09/PPGSC/2026, referente ao processo seletivo para a concessão de Bolsas de Mestrado e Doutorado.
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CAPES atualiza regras para prorrogação de bolsas de pós-graduação em razão de licença parentalidade
Publicado em 05/11/2026 às 18:22FLORIANÓPOLIS (SC) — Novembro de 2026 — A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) atualizou as regras para prorrogação da vigência de bolsas de pós-graduação stricto sensu em razão de parto, nascimento de filho, adoção ou obtenção de guarda judicial. As orientações foram divulgadas por meio do Ofício Circular nº 5/2026-CFEP/CGFIP/DPB/CAPES, de 3 de novembro de 2026, que apresenta os procedimentos previstos na Portaria CAPES nº 209/2026, com alterações introduzidas pela Portaria nº 397/2026.
As medidas buscam assegurar a continuidade das bolsas durante os períodos de afastamento relacionados à parentalidade, contemplando também situações específicas, como gravidez de risco, perda gestacional e parentalidade atípica.
Prazos de prorrogação das bolsas
Conforme as orientações da CAPES, os períodos de prorrogação variam de acordo com a situação:
- Parto ou nascimento de filho: 180 dias para a mãe bolsista e 30 dias para o pai bolsista. Quando ambos forem bolsistas da CAPES, cada um poderá solicitar a prorrogação correspondente.
- Adoção ou guarda judicial: prorrogação de 180 dias, concedida a apenas um bolsista por processo de adoção ou guarda.
- Parentalidade atípica: os períodos de prorrogação são dobrados quando envolver criança ou adolescente com deficiência, podendo alcançar 360 dias para mães e adoção/guarda ou 60 dias para pais, conforme a hipótese aplicável.
Situações especiais contempladas
A regulamentação também prevê a possibilidade de afastamento e prorrogação da bolsa em situações anteriores ao parto, como gravidez de risco ou atividades de pesquisa que ofereçam riscos à gestante ou ao feto, mediante apresentação de atestado ou laudo médico.
Também são contemplados os casos de natimorto ou perda gestacional após a 23ª semana, com os mesmos prazos previstos para o nascimento de filho. Em situações de internação hospitalar pós-parto por período superior a duas semanas, o prazo de prorrogação começa a contar a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido, considerando a data que ocorrer por último.
Solicitação e documentação
O(a) bolsista deverá encaminhar ao Programa de Pós-Graduação a solicitação de prorrogação, acompanhada dos documentos comprobatórios correspondentes a cada situação, no prazo de até 30 dias. Após o recebimento, o Programa terá até 30 dias para registrar a ocorrência no Sistema de Controle de Bolsas e Auxílios (SCBA), da CAPES.
Entre os documentos exigidos estão certidão de nascimento, termo de adoção ou guarda judicial e, conforme o caso, atestados, laudos médicos e comprovantes de internação.
Prazo excepcional para registros pendentes
A Portaria CAPES nº 397/2026 estabeleceu o dia 17 de novembro de 2026 como prazo final para o registro de ocorrências de licenças que ainda estejam pendentes, conforme as condições da regra de transição. Os Programas de Pós-Graduação devem realizar o levantamento dos casos e encaminhar as solicitações à CAPES dentro desse prazo. Após essa data, não será possível regularizar registros em atraso com base nessa disposição excepcional.
A CAPES orienta que as regras sejam amplamente divulgadas pelos Programas de Pós-Graduação, com especial atenção aos prazos e à documentação necessária. Recomenda-se que estudantes bolsistas que se enquadrem nas situações previstas procurem a coordenação do Programa para obter orientações sobre os procedimentos de solicitação.
- Normativa: Portaria CAPES nº 209, de 8 de maio de 2026, alterada pela Portaria CAPES nº 397, de 17 de setembro de 2026.
- Documento orientador: Ofício Circular nº 5/2026-CFEP/CGFIP/DPB/CAPES, de 3 de novembro de 2026.
- Prazo excepcional para registros pendentes: 17 de novembro de 2026.
- Mais informações: Portal da CAPES.
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Projeto de docente do PPGSC/UFSC é aprovado em chamada nacional do CNPq e fortalecerá a Vigilância em Saúde em Santa Catarina
Publicado em 05/11/2026 às 18:20O Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGSC/UFSC) passa a integrar o VigiEPI Brasil, iniciativa nacional voltada à pesquisa, extensão e formação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde. O projeto intitulado “Fortalecimento da Vigilância em Saúde em Santa Catarina por meio da Epidemiologia Aplicada: análise situacional, formação, avaliação e tradução do conhecimento”, coordenado pela professora Ana Luiza de Lima Curi Hallal, foi aprovado na Chamada CNPq/Daevs/SVSA/MS nº 33/2025, realizada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Saúde.
Com previsão de desenvolvimento entre 2026 e 2028, a proposta tem como um de seus principais objetivos fortalecer a área de Vigilância em Saúde no PPGSC, contribuindo para a qualificação dos profissionais e o aprimoramento das ações desenvolvidas no Sistema Único de Saúde (SUS).
Equipe multidisciplinar
O projeto reúne uma equipe multidisciplinar, com docentes das áreas de Epidemiologia, Ciências Sociais (Sheila Rubia Lindner e Elza Berger Salema Coelho) e Planejamento em Saúde (Daniela Alba Nickel), além de Gisélida Garcia da Silva Vieira, doutoranda, e Izaltina Adão, egressa do Programa. A integração entre diferentes áreas do conhecimento busca ampliar as perspectivas de pesquisa e formação em Vigilância em Saúde.
Eixos de atuação
A proposta está estruturada em quatro eixos: diagnóstico da situação da Vigilância em Saúde em Santa Catarina; formação em Epidemiologia Aplicada, por meio de curso a distância com tutoria; avaliação do alcance e da efetividade das ações formativas; e tradução e disseminação do conhecimento produzido para gestores, trabalhadores do SUS, comunidade acadêmica e sociedade.
O curso de formação prevê 500 vagas ao longo de dois anos, com carga horária certificada de 80 horas, e será desenvolvido em parceria com a Superintendência de Vigilância em Saúde de Santa Catarina.
Contribuições para a Saúde Coletiva
Entre os resultados esperados estão a identificação de necessidades de formação dos trabalhadores, o fortalecimento da integração entre as áreas da Vigilância em Saúde e a ampliação das competências para análise e utilização de dados na tomada de decisão.
A iniciativa também poderá contribuir para o desenvolvimento de estratégias de qualificação da Vigilância em Saúde em Santa Catarina, com potencial de servir como referência para outras unidades da Federação.
A aprovação representa uma importante conquista para o PPGSC/UFSC e reforça o compromisso do Programa com a produção de conhecimento científico, a formação profissional e o fortalecimento das políticas públicas de saúde.
- Projeto: Fortalecimento da Vigilância em Saúde em Santa Catarina por meio da Epidemiologia Aplicada.
- Coordenação: Profa. Dra. Ana Luiza Curi Hallal.
- Instituição: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Departamento de Saúde Pública.
- Chamada: CNPq/Daevs/SVSA/MS nº 33/2025.
- Iniciativa: VigiEPI Brasil.
- Período de execução: 2026–2028.
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Pesquisa da UFSC investiga barreiras sociais e acesso à saúde bucal de imigrantes e refugiados em Florianópolis
Publicado em 29/10/2026 às 12:53Trabalho apresentado nas 33ª Jornadas de Jóvenes Investigadores da AUGM, na UFRGS, propõe olhar decolonial na saúde bucal na Atenção Primária do SUS
FLORIANÓPOLIS (SC) / PORTO ALEGRE (RS) — Outubro de 2026 —As barreiras sociais, culturais e institucionais que permeiam o cuidado em saúde bucal da população migrante internacional e refugiada ganharam destaque na programação das 33ª Jornadas de Jóvenes Investigadores (JJI), promovidas pela Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM). Realizado de 20 a 22 de outubro de 2026 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, sob o lema “Produciendo conocimiento desde el Sur Global: paradigmas disruptivos para la ciencia”, o evento internacional acolheu a apresentação oral da cirurgiã-dentista e pesquisadora Laura Mazini Alves, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Com o tema “A boca social: um diálogo marginalizado pela ótica de imigrantes e refugiados em Santa Catarina”, a pesquisa é desenvolvida sob orientação do Prof. Dr. Daniel Granada e propõe tensionar os modelos tradicionais da odontologia biomédica. O estudo busca compreender o território da boca não apenas como uma cavidade dentária anatômica, mas como um espaço de intensas expressões socioculturais, afetivas, linguísticas e identitárias — conceito fundamentado na teoria da bucalidade.
A boca como território social e subjetivo
Na prática odontológica convencional, o foco costuma recair sobre patologias estritamente biológicas, como a cárie e a doença periodontal. A pesquisa desenvolvida na UFSC amplia esse horizonte ao analisar como a boca é atravessada por permissões, dores, desconfortos, julgamentos e silenciamentos cotidianos. Quando exposta no consultório, essa intimidade corporal revela a totalidade do indivíduo em sociedade e seus processos de adaptação e pertencimento.
“A boca não existe desvinculada de quem o sujeito é na sociedade. No contexto da migração internacional, ela reflete modos distintos de alimentação, linguagens, hábitos culturais e concepções particulares de saúde e doença”, explica a pesquisadora Laura Mazini Alves.
Escuta qualificada e diagnóstico territorial em Florianópolis
Com abordagem metodológica qualitativa, a pesquisa desenvolve entrevistas em profundidade com migrantes internacionais e refugiados residentes em Florianópolis. Para assegurar a autonomia, o conforto e o acolhimento seguro dessa população — muitas vezes vulnerabilizada ou em processo de regularização migratória —, a coleta de relatos adota a modalidade de assentimento oral ético, garantindo o sigilo e a proteção integral dos participantes.
De forma complementar, o projeto inclui entrevistas semiestruturadas com coordenadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Florianópolis localizadas em bairros de elevado fluxo migratório.
Impacto nas políticas públicas e integração regional
Selecionado no processo seletivo institucional da UFSC no eixo de Atenção Primária à Saúde, o estudo integrou a delegação catarinense presente em Porto Alegre, compartilhando experiências com jovens pesquisadores de diversas universidades da América Latina.
A iniciativa traz contribuições estratégicas aos campos da saúde coletiva, sociologia e direitos humanos. Ao articular as determinações sociais da saúde com as demandas práticas do Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto gera subsídios concretos para a formulação de diretrizes locais, a criação de protocolos inclusivos de acolhimento e o fortalecimento de políticas públicas de promoção da saúde bucal coletiva para grupos historicamente marginalizados.
- Autora: Laura Mazini Alves (Cirurgiã-Dentista, Mestranda em Saúde Coletiva – PPGSC/UFSC)
- Orientação: Prof. Dr. Daniel Granada (UFSC)
- Instituição: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
- Evento Internacional: 33ª Jornadas de Jóvenes Investigadores da AUGM (Porto Alegre, 20 a 22 de outubro de 2026)
- Site do evento: www.ufrgs.br/33jji | Site SINTER UFSC: sinter.ufsc.br
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Docentes do PPGSC/UFSC estão entre os cientistas mais influentes do mundo em ranking internacional
Publicado em 27/10/2026 às 10:43 (Atualizado em 29/10/2026 às 12:29)As professoras Ione Jayce Ceola Schneider e Francieli Cembranel e o Professor João Luiz Bastos, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGSC/UFSC), foram reconhecidos entre os cientistas mais influentes do mundo, segundo ranking internacional divulgado pela editora científica Elsevier, com base em indicadores de impacto da produção científica.
A edição de 2026 do levantamento, conhecido como World’s Top 2% Scientists, reúne pesquisadores que se destacam internacionalmente pelo impacto de suas publicações científicas. Ao todo, 52 pesquisadores da UFSC integram a lista, reforçando a relevância da produção científica desenvolvida na Universidade.
Os três docentes do PPGSC foram reconhecidos na classificação referente ao impacto das citações recebidas em 2025.
O levantamento considera indicadores bibliométricos da base Scopus e apresenta duas classificações: uma referente ao impacto acumulado ao longo da carreira científica e outra relativa às citações recebidas no ano de 2025. Nesta edição, 34 pesquisadores vinculados à UFSC aparecem na classificação por trajetória acadêmica e 33 na classificação anual, sendo 15 presentes em ambas.
O reconhecimento das professoras Ione Jayce Ceola Schneider e Francieli Cembranel, bem como do Professor João Luiz Bastos representa uma conquista para o PPGSC/UFSC, evidenciando a projeção internacional da produção científica de seus docentes e a contribuição do Programa para o avanço do conhecimento em Saúde Coletiva.
A Coordenação do PPGSC/UFSC parabeniza os dois professores por essa importante conquista, que valoriza suas trajetórias acadêmicas e reafirma a importância da universidade pública brasileira na produção e disseminação de conhecimento científico de relevância internacional.
Parabéns, professora Ione, Francieli e professor João Luiz!
Fonte: https://elsevier.digitalcommonsdata.com/datasets/btchxktzyw/9
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Coordenador do PPGSC/UFSC analisa, no Nexo Jornal, as propostas dos presidenciáveis para a saúde
Publicado em 16/10/2026 às 14:29O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC) da UFSC, professor Fernando Hellmann, foi um dos especialistas consultados pelo Nexo Jornal na reportagem “O que os candidatos prometem para a saúde”, publicada em 14 de setembro de 2026. Assinado pela jornalista Mariana Souza, o texto integra a série do veículo sobre os planos de governo das eleições presidenciais de 2026 e examina as principais propostas de seis candidatos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
A reportagem aponta que os planos convergem na promessa de modernizar o sistema, reduzir filas e desigualdades no acesso à atenção especializada — frequentemente com apoio de tecnologias digitais e inteligência artificial —, mas pouco detalham fontes de financiamento e mecanismos de coordenação entre União, estados e municípios. Além do professor Hellmann, a matéria ouviu Julia Pereira, doutora em políticas públicas pela UFRJ e gerente de relações institucionais do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (Ieps).
Financiamento, força de trabalho e equidade
Nas análises, o coordenador do PPGSC avaliou as propostas à luz dos princípios de universalidade, integralidade e equidade do SUS. Entre os pontos destacados por ele:
- Atenção especializada: embora considere factíveis as propostas de ampliação do acesso a especialistas, Hellmann classificou a estratégia de parcerias com a rede privada como “interessante, porém paliativa”, por não fortalecer diretamente a infraestrutura física e de pessoal de estados e municípios nem ampliar, de fato, o financiamento público da saúde.
- Tabela SUS: o professor considerou necessária a correção dos valores pagos pelo SUS, mas observou a ausência de fonte de financiamento definida e o pouco destaque dado à rede própria do sistema em relação aos hospitais filantrópicos.
- Repasses condicionados a desempenho: para Hellmann, esse critério “não pode ser o único”, sob pena de contrariar o princípio da equidade. “Os lugares mais necessitados nem sempre são os com melhores desempenhos”, afirmou.
- Vínculo de cada cidadão a uma equipe de saúde: a proposta “seria o sonho do SUS e da universalidade”, segundo o professor, mas carece de caminhos concretos, sobretudo no que diz respeito à força de trabalho.
- Neurodiversidade: o coordenador reconheceu o potencial de avanços em propostas de acolhimento integrado de pessoas neurodivergentes, ponderando que também é preciso aprimorar os processos de avaliação e diagnóstico.
- Ênfase no setor privado: Hellmann alertou que a ampliação de serviços por meio de oferta privada — como no cuidado a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) — pode aprofundar desigualdades entre municípios e famílias, já que esses serviços tendem a ser mais caros e concentrados nos grandes centros. Para ele, seria mais adequado priorizar o fortalecimento e a qualificação da rede pública, especialmente da atenção primária à saúde, tanto para o cuidado quanto para a identificação de necessidades e o encaminhamento aos serviços especializados.
- Linhas de cuidado cardiovascular: o professor avaliou positivamente a proposta de organizar redes regionais para atendimento rápido de infarto e AVC, considerada pertinente diante do envelhecimento populacional.
Saúde Coletiva no debate público
A participação do coordenador na reportagem reafirma o compromisso do PPGSC/UFSC com a divulgação científica e com a qualificação do debate público sobre políticas de saúde. Em um ano eleitoral, a contribuição de pesquisadores da Saúde Coletiva ajuda a examinar as propostas em disputa a partir das evidências e dos princípios constitucionais que orientam o SUS, independentemente de posicionamentos político-partidários.
Fonte: SOUZA, Mariana. O que os candidatos prometem para a saúde. Nexo Jornal, 14 set. 2026. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2026/09/14/presidente-eleicoes-2026-candidatos-presidencia-medidas-saude-publica
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PPGSC/UFSC renova acordo Erasmus+ com a Università Magna Graecia di Catanzaro e consolida cooperação com a Itália
Publicado em 08/10/2026 às 10:44 (Atualizado em 16/10/2026 às 14:28)Novo acordo bilateral vale para os anos acadêmicos 2026/2027 e prevê mobilidade de doutorandos e docentes; parceria já rendeu a aprovação da doutoranda Andressa Bornelli Oshiro em doutorado em regime de cotutela
O Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGSC/UFSC) e a Università degli Studi Magna Graecia di Catanzaro (UMG), na Itália, renovaram o acordo bilateral interinstitucional no âmbito do Programa Erasmus+ (KA131 – Ação-Chave 1: Mobilidade de estudantes e pessoal do ensino superior). O documento foi assinado em 5 de outubro de 2026 pelo Secretário de Relações Internacionais da UFSC, Prof. Dr. Diogo Robl, e em 6 de outubro pelo Reitor da UMG, Prof. Giovanni Cuda, e tem vigência para os anos acadêmicos 2026 e 2027.
Esta parceria já havia sido estabelecida na gestão da coordenação da Profa. Dra. Marta Verdi e agora foi renovada.
O que prevê o acordo
O Erasmus+ é o programa da União Europeia de apoio à educação, formação, juventude e esporte, e a Ação-Chave 1 financia a mobilidade de estudantes e de pessoal entre instituições de ensino superior europeias e de países parceiros, como o Brasil. O acordo renovado entre a UFSC e a UMG abrange as áreas de Sociologia e Estudos Culturais e de Saúde e prevê, por ano acadêmico:
- Mobilidade de doutorandos para estudos: uma vaga em cada sentido (UFSC → UMG e UMG → UFSC).
- Mobilidade docente para atividades de ensino: uma vaga em cada sentido, com duração de sete dias.
As instituições se comprometem a seguir os padrões de qualidade da Carta Erasmus para o Ensino Superior, incluindo o reconhecimento automático dos créditos cursados na instituição parceira, conforme o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS). O acordo também define os pontos de contato para acolhimento, seguro e orientação a estudantes e docentes em mobilidade, bem como a equivalência entre os sistemas de avaliação das duas universidades.
Doutorado em cotutela: Andressa Bornelli Oshiro aprovada
A renovação do acordo se soma a outra frente de cooperação com a UMG: o doutorado em regime de cotutela. Em julho de 2026, o PPGSC/UFSC lançou a Chamada Interna nº 01/PPGSC/2026 para selecionar um(a) doutorando(a) do Programa para cursar, em cotutela, o Doutorado em Saúde, Medicina e Welfare na Sociedade Digital Contemporânea da universidade italiana.
A doutoranda Andressa Bornelli Oshiro foi aprovada em primeiro lugar, com nota final 9,6, após análise do pré-projeto de pesquisa e pontuação do currículo. O doutorando Douglas Oliveira Vieira foi aprovado como suplente. O resultado final foi divulgado pela Coordenação do PPGSC em 29 de julho de 2026.
Na cotutela, a tese é desenvolvida sob orientação conjunta de docentes das duas instituições e, ao final, a doutoranda recebe o título de doutora tanto pela UFSC quanto pela UMG. O programa italiano tem duração prevista de três anos e a pessoa selecionada recebe bolsa de estudos da UMG no valor de 16.243 euros anuais. Esta é a segunda chamada do PPGSC para o doutorado em cotutela com a UMG — a primeira foi lançada em julho de 2025 —, o que evidencia a continuidade da parceria.
Internacionalização como eixo estratégico
Para o coordenador do PPGSC/UFSC, Prof. Fernando Hellmann, a renovação do acordo e a aprovação na cotutela fortalecem a estratégia de internacionalização do Programa. “A parceria com a Magna Graecia nos permite oferecer aos nossos doutorandos e docentes uma experiência de formação e pesquisa em diálogo com a tradição europeia de estudos sociais em saúde, ao mesmo tempo em que levamos para a Itália a perspectiva da Saúde Coletiva brasileira e latino-americana. É uma via de mão dupla”, afirma.
A internacionalização é um dos critérios centrais de avaliação dos programas de pós-graduação pela CAPES e um compromisso do PPGSC/UFSC, que integra o Programa Institucional de Internacionalização (CAPES-PrInt) da UFSC e mantém redes de cooperação na América Latina, na Europa e na África. Acordos como o Erasmus+ ampliam as oportunidades de mobilidade com financiamento, estimulam a coorientação e a publicação conjunta, e inserem o Programa em redes internacionais de pesquisa em saúde coletiva, bioética e ciências sociais em saúde.
Discentes e docentes interessados nas vagas de mobilidade Erasmus+ para a UMG devem acompanhar os editais a serem divulgados pela Coordenação do PPGSC e pela SINTER/UFSC.
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Inscrições Abertas: Disciplina Introdução à Vigilância em Saúde
Publicado em 02/10/2026 às 16:35 (Atualizado em 29/10/2026 às 12:28)O Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC/UFSC) informa que estão abertas as inscrições para a disciplina Introdução à Vigilância em Saúde. A disciplina é destinada exclusivamente a mestrandos e doutorandos do PPGSC/UFSC.
Informações Gerais
- 📅 Período de realização: 23/11/2026 a 04/12/2026
- ⏰ Horário: 9h às 12h
- ⏳ Carga horária: 30 horas (2 créditos)
- 👥 Vagas: 10 vagas disponíveis
- 📍 Local: Sala de Reuniões do Departamento de Saúde Pública (1º andar do Bloco C do CCS/UFSC)
- 👩🏫 Docentes responsáveis: Dra. Ana Luiza de Lima Curi Hallal e Dra. Eleonora d’Orsi
Como se inscrever?
O período de inscrições encerra no dia 09/10/2026. Para garantir sua vaga, siga os passos:
- Faça o download do Formulário de Comprovante de Pedido de Matrícula. Este documento deve ser devidamente preenchido e assinado pelo seu orientador ou orientadora.
- Envie o documento assinado através do nosso Formulário de Inscrição (Google Forms)
Plano de Ensino
Para consultar a ementa completa, os objetivos, o cronograma diário detalhado e a bibliografia, acesse o arquivo abaixo:
📄 Acessar o Plano de Ensino da Disciplina
Em caso de dúvidas, entre em contato com a secretaria do PPGSC.
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PPGSC/UFSC participa do Encontro Nacional do Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, em Manaus
Publicado em 16/09/2026 às 12:03 (Atualizado em 16/10/2026 às 14:29)O Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC) da UFSC esteve representado na segunda edição de 2026 do Encontro Nacional do Fórum de Coordenadores e Coordenadoras de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (FCPSC) da Abrasco, realizada nos dias 14 e 15 de setembro, na Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (ESA/UEA), em Manaus (AM). O coordenador do Programa, professor Fernando Hellmann, acompanhou integralmente os dois dias de atividades, que reuniram 115 participantes como parte do pré-congresso do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (10º CSHS).
O Fórum reúne representantes dos programas de pós-graduação da área em todo o país para compartilhar experiências e demandas relacionadas à formação em saúde. Em 2026, o espaço completa 30 anos.
Assimetrias regionais e fortalecimento dos programas
O primeiro dia foi dedicado ao contexto atual da pós-graduação em Saúde Coletiva. O painel “A pós-graduação em Saúde Coletiva e assimetrias nacionais: territórios, saberes e cooperação nacional” reuniu as pesquisadoras Luiza Garnelo (Fiocruz Amazônia), Sônia Maria Lemos (UEA), Priscila Marcheti (UFMS) e Edi Franciele Ries (UFSM), que evidenciaram os desafios dos programas do Norte e Centro-Oeste — extensão territorial, menor número de programas e menor disponibilidade de recursos — e apontaram a cooperação interinstitucional e a formação de redes como caminhos para reduzir desigualdades.
A vice-presidente da Abrasco, Carmem Leitão, destacou o papel articulador do Fórum, que “reúne produção de conhecimento, formação crítica e valorização de todos os sujeitos que fazem parte da Saúde Coletiva e atuam em defesa da população brasileira”. Na abertura, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEA, Roberto Sanches Mubarac Sobrinho, sublinhou a dimensão política da iniciativa: “Este fórum e nosso papel, enquanto cursos e instituições, é debater a democracia e discutir qual tipo de país queremos”.
Também foram apresentadas a segunda edição do Curso Nacional de Fortalecimento dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e a abertura da seleção de mentores do Projeto de Fortalecimento da Pós-Graduação em Saúde Coletiva, que selecionará até 17 pesquisadores para acompanhar até 57 programas. À tarde, os coordenadores se dividiram em grupos de trabalho — acadêmicos e profissionais — para discutir práticas bem-sucedidas, barreiras e ações colaborativas prioritárias.
Informes da CAPES e os 30 anos do Fórum
No segundo dia, a coordenadora da área de Saúde Coletiva na CAPES, Aylene Bousquat, a coordenadora adjunta de programas acadêmicos, Suely Deslandes, e o coordenador adjunto de programas profissionais, Alberto Novaes Ramos Jr., trouxeram informes sobre o cadastro da produção acadêmica, o registro de Produtos Técnico-Tecnológicos (PTTs) e o Seminário de Meio Termo da CAPES 2025-2028, previsto para 21 e 22 de outubro de 2027, em Brasília (DF). Na sequência, foi apresentado documento orientador para a elaboração de propostas de cursos novos (APCN).
A tarde foi marcada pela mesa-redonda comemorativa dos 30 anos do FCPSC, com os ex-coordenadores Aylene Bousquat, Ricardo Mattos e Antônio Rodrigues Ferreira Jr., que recuperaram marcos como a constituição do Fórum em 1996, a proposta alternativa ao modelo de avaliação da CAPES em 2017 e as articulações para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.
Ao final, o grupo elegeu a nova coordenação colegiada, ampliada de quatro para cinco integrantes para contemplar todas as regiões do país: foram eleitos Mathias Roberto Loch (UEL), representando a região Sul — onde se situa o PPGSC/UFSC —, e Priscila Marcheti Fiorin (UFMS), pelo Centro-Oeste. O próximo Encontro Nacional acontecerá nos dias 13 e 14 de maio de 2027, em Natal (RN).


















