
Prezados docentes e discentes do PPGSC,
A coordenação do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva convida todos para o importante debate intitulado Os desafios do SUS em meio aos avanços das políticas neoliberais, promovido pela Rede de Médicas e Médicas Populares de SC com apoio da UFSC/PPGSC.
Entre os palestrantes, o ex-ministro da saúde Alexandre Padilha, responsável pela implantação do Programa Mais Médicos e o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald F. dos Santos.
Esse é um importante momento de reflexão sobre os desafios que teremos a enfrentar no nosso campo de atuação e configura atividade de início do semestre o nosso Programa.
Será realizado no auditório do Bolco H nesta sexta feira (17/03) às 18:00h.
Contamos com a presença de todos.
Estamos realizando uma consulta pública para buscar informações sobre o atendimento realizado na secretaria dos Programas de Pós-Graduação do Centro de Ciências da Saúde e possibilidade de alteração do atendimento coletivo dos usuários da secretaria.
Peço, por gentileza, aos discentes regulares do PPGSC que vocês respondam o questionário abaixo até o dia 17 de março de 2017.
Agradecemos a sua participação,
Secretaria dos Programas de Pós-Graduação do CCS.
QUESTIONÁRIO
Informo a todos os interessados que, segundo o calendário acadêmico aprovado pela resolução nº56/2016/CUn, as aulas da Pós-graduação dos cursos semestrais terão início no dia 06/03/2017 (Segunda -feira).
Calendário Acadêmico
INFORMO QUE ESTAMOS EM PERÍODO DE REALIZAÇÃO DE MATRÍCULA ON-LINE PARA ALUNOS REGULARMENTE MATRICULADOS.
O PERÍODO DE MATRÍCULA VAI DO DIA 30/01 AO DIA 11/02.
AS MATRÍCULAS DEVEM SER REALIZADAS PELO SITE (CAPG.UFSC.BR) ATRAVÉS DO NÚMERO DE MATRÍCULA DO ALUNO E SENHA.
Informamos que a UFSC
está operando no horário de verão até o dia 06/03/2017.
Horário de Expediente: 07:30 – 13:30
Horário de Atendimento Externo: 10:00 – 12:00

Dia e horário das disciplinas ofertadas no primeiro semestre de 2017 link
Orientações para o semestre 2017.1 link
A Saúde é um dos campos em que as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (LGBTT) mais encontram problemas para obterem acesso à serviços da mesma forma que os heterossexuais, tendo em vista que a formação dos profissionais de saúde parte de uma lógica que reduz o entendimento das pessoas por parte dos profissionais assumindo que todas são heterossexuais e as demais orientações e identidades sexuais são desviantes, consequência da chamada “heterossexualidade compulsória”.
Nesse sentido, os profissionais de saúde têm uma função primordial na garantia de direitos humanos e inclusão de pessoas LGBTT, mas ainda carece de modelos formativos em suas formações profissionais que garantam o entendimento e a possibilidade de intervenção que respeite a singularidade das pessoas, independente de suas orientações e identidades sexuais.
(mais…)